Hoje, na metade dos meus 28 anos, eu me sinto madura.
Consigo enxergar as mudanças, consigo compreender porque as coisas estão acontecendo de um jeito ou de outro, consigo pensar sobre elas.
Com a maturidade eu entendo que não preciso de 100 amigos e rolês pra ser feliz e completa.
O se sentir completo vem de mim e só de mim.
Ninguém virá pra me completar, virá pra somar ou pra subtrair da minha integridade, basta eu ter discernimento pra tirar quem me faz mal.
Com a maturidade eu entendo que se alguém me tratar mal, é a pessoa que não está bem, e que eu fiz e faço o que está ao meu alcance para fazê-la bem; e entendo também que descontar minhas frustrações no outro não é o caminho.
A maturidade me mostra que, com a experiência que tive, tenho como evitar muitas coisas desagradáveis. Só depende de mim.
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