Nunca dê liberdade à alguém. Nem deixe que entre e bagunce sua casa. Quanto mais confiáveis são as pessoas, piores são suas ações obscuras.
Ele chegou no auge do fracasso da vida. Não profissional, que já largou de lado. Até o próximo surto, claro. Mas no auge do fracasso emocional. Das fraquezas. Do pecado. Da morte da confiança.
Quanto mais cheio, mais vazio.
Quanto mais tempo, menos espaço de tempo disponível.
Quanto mais feliz por fora, menos luz por dentro.
Quanto mais pessoas, mais solitário se sentia.
Clichê? Muito.
Realidade? Infelizmente.
E todo aquele sentimento ruim aumentava com o tempo. O karma, o mal, o resultado das ações. E ele já estava sem chão, sem poder, sem controlar sentimentos, sem poder definir o que queria fazer. Era só a estrutura que o representava na sociedade.
Que fim ele terá? É a pergunta que mais ecoava naquela cabeça confusa.
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